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Criado em : 02 Mar 2009
Alterado em : 02 Mar 2009

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Nota bibliográfica (sem autor) :

Prenatal screening for Down syndrome: women’s involvement in decision-making and their attitudes to screening.

Autores :

Seror V, Ville Y.

Ano de publicação :

2009

URL(s) :

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19123253?ordina…

Résumé (français)  :

Résumé de Dr. Sophie Florence
(santé.net du 2-3-09)

En France depuis 1997, en plus des échographies obstétricales, le
dépistage de la trisomie 21 est proposé à l’ensemble des femmes entre 15
et 18 semaines de grossesse. L’objectif des auteurs était d’étudier les
décisions successives des femmes enceintes par rapport au dépistage de
la trisomie 21. Entre avril et octobre 2005, durant leur hospitalisation
pour accouchement, 391 femmes ont répondu à un auto-questionnaire
portant sur leur grossesse et 341 ont été incluses.

Au total, 98% avaient eu une échographie pour la mesure de la clarté
nucale au 1er trimestre. Les tests sanguins avaient été proposés à
88,5% des femmes et réalisés chez 83,9%. Une amniocentèse avait été
proposée chez 13,5% des femmes et pratiquée chez 9,4%. Environ 40% des
femmes qui avaient eu une échographie et un dosage sanguin n’avaient pas
conscience qu’elles pourraient être confrontées, à un moment donné, à la
décision de ne pas poursuivre leur grossesse et plus de la moitié
d’entre elles n’avaient pas pensé au fait que le dépistage pouvait
aboutir à une amniocentèse.

Les auteurs ont mis en évidence 3 groupes de femmes. Les 2 principaux
différaient entre une prise de décision active (42%) et passive,
c’est-à-dire ayant délégué leur prise de décision au médecin (52%). Le
3^ème groupe était composé des femmes ayant décliné le test sanguin.
Cette étude montre que les femmes enceintes n’ont souvent pas conscience
des implications potentielles du dépistage de la trisomie 21. D’autres
études sont nécessaires pour déterminer quelles informations doivent
être délivrées. Leur impact sur le processus décisionnel devra, ensuite,
être évalué.

Abstract (English)  :

OBJECTIVE: To investigate pregnant women’s decisions about and attitudes towards Down syndrome screening, i.e. ultrasound at 11-14 weeks, Maternal Serum Markers (MSM) at 11-14 or 15-17 weeks and possibly invasive testing.

METHOD: Women having given birth to a non-affected child were asked to fill in a self-administered questionnaire during their stay at the maternity unit. In order to characterize women’s decision-making behaviour, a hierarchical cluster analysis was conducted and logistic regressions were performed.

RESULTS: Four hundred women were invited to participate in the study, and 391 returned the questionnaire. Both ultrasound and biochemical screening had been proposed to 88.3% of the women. Three clusters of women who were offered ultrasound and MSM were identified. Two clusters (52% and 42% of women) differed in active versus passive involvement in decision-making. Passively involved women frequently reported unawareness of the possibility of having to make decisions about invasive testing and/or termination of pregnancy. The third cluster (6% of women) consisted of women who declined MSM. Most of the women showed a preference for first-trimester screening, but actively involved women were willing to pay more for MSM.

CONCLUSION: Providing information about the sequence of decision possibly involved in screening could contribute to better informed decisions.

Sumário (português)  :

Comentários :

Argument (français) :

Argument (English):

Argumento (português):

Palavras-chaves :

➡ psicologia ; despistagem ; diagnóstico pré-natal

Autor da esta ficha :

Bernard Bel — 02 Mar 2009

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