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Criado em : 20 Mar 2019
Alterado em : 20 Mar 2019

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Nota bibliográfica (sem autor) :

Place de la sage-femme libérale auprès des femmes victimes de violences conjugales. Gynécologie et obstétrique. 2018. 〈dumas-01923182〉

Autores :

Joséphine Raulin

Ano de publicação :

2018

URL(s) :

https://dumas.ccsd.cnrs.fr/dumas-01923182

Résumé (français)  :

Objectifs
Les objectifs de cette étude étaient d’analyser les pratiques des sages-femmes libérales concernant les violences conjugales et d’identifier le repérage et l’orientation de la victime par celles-ci.

Matériel et méthodes
Pour répondre à notre problématique, Mme Champagne et moi avons décidé de mener des entretiens semi-directifs auprès de douze sages-femmes libérales de Seine et Marne entre juillet 2017 et janvier 2018. Le questionnaire abordait plusieurs thèmes : les renseignements généraux de la soignante interrogée et les pratiques des sages-femmes au sujet des violences conjugales. Elles étaient interrogées sur les signes évocateurs de violences conjugales qu’elles repèrent chez une femme, les risques pour la victime (enceinte ou non), les formations réalisées puis le repérage et l’orientation de la patiente à la sortie du cabinet.

Résultats
L’étude a montré que le dépistage des violences conjugales n’étaient pas encore systématique. De ce fait, il n’est pas encore inscrit dans les pratiques actuelles car les sages-femmes libérales ne se sentent pas forcément à l’aise avec la question. Certaines ne préfèrent pas la poser par pudeur ou n’y pensent pas. Pourtant, les soignantes connaissent bien les conséquences négatives que peuvent occasionner les violences conjugales sur la femme et son enfant. Toutefois, le dépistage de maltraitance devant des signes évocateurs est davantage réalisé. En ce qui concerne l’orientation et l’accompagnement des victimes, la prise en charge n’est pas encore optimale à cause d’un manque de formation initiale et continue.

Abstract (English)  :

Goals
The study’s goals were analysing the midwives’ practices on domestic violence but also identifying and orienting the victims.

Material and methods
To answer to our problematic, Ms. Champagne and I decided to conduct semi-directive interviews with twelve liberal midwives of Seine et Marne between July 2017 and January 2018. The survey approched several topics: the general information of the one interviewed and the practices of midwives regarding domestic violence. They were asked about the possible signs of conjugal violence that they spot in a woman, the risks for the victim (pregnant or not), the training carried out then the identification and orientation of the patient at the exit of the cabinet.

Results
The study showed that detecting a domestic violence was not systematic. As a result, it is not yet part of current practice for liberal midwives. They do not necessarily feel comfortable with the issue. Some of them do not prefer to put it by modesty or do not think about it. Howover, caregivers are well aware of the negative consequences that a conjugal violence can have on a woman and her child. Yet, the detection of abuse with evocative signs is more realized. Regarding the orientation and support of victims, it is not yet optimal because of a lack of initial and ongoing training.

Sumário (português)  :

Resumen (español)  :

Texto completo (public) :

Comentários :

Argument (français) :

Le dépistage des violences conjugales n’est pas encore systématique. En ce qui concerne l’orientation et l’accompagnement des victimes, la prise en charge n’est pas encore optimale à cause d’un manque de formation initiale et continue.

Argument (English):

Detecting a domestic violence is not systematic. Regarding the orientation and support of victims, it is not yet optimal because of a lack of initial and ongoing training.

Argumento (português):

A detecção de violência doméstica ainda não é sistemática. Em relação à orientação e apoio das vítimas, os cuidados ainda não são ótimos devido à falta de treinamento inicial e contínuo.

Argumento (español):

Palavras-chaves :

➡ saúde pública ; violência ginecológica e obstétrica violência obstétrica ; parteira ; consentimento informado

Autor da esta ficha :

Bernard Bel - Import 2019-03-20 — 20 Mar 2019
➡ última atualização : Bernard Bel — 20 Mar 2019

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