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Criado em : 21 Nov 2019
Alterado em : 21 Nov 2019

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Nota bibliográfica (sem autor) :

Induction of labour at 41 weeks versus expectant management and induction of labour at 42 weeks (SWEdish Post-term Induction Study, SWEPIS): multicentre, open label, randomised, superiority trial. BMJ 2019;367:l6131

Autores :

Ulla-Britt Wennerholm, Sissel Saltvedt, Anna Wessberg, Mårten Alkmark, Christina Bergh, Sophia Brismar Wendel, Helena Fadl, Maria Jonsson, Lars Ladfors, Verena Sengpiel, Jan Wesström, Göran Wennergren, Anna-Karin Wikström, Helen Elden, Olof Stephansson, Henrik Hagberg

Ano de publicação :

2019

URL(s) :

https://www.bmj.com/content/367/bmj.l6131
https://doi.org/10.1136/bmj.l6131

Résumé (français)  :

Abstract (English)  :

Objective
To evaluate if induction of labour at 41 weeks improves perinatal and maternal outcomes in women with a low risk pregnancy compared with expectant management and induction of labour at 42 weeks.

Design
Multicentre, open label, randomised controlled superiority trial.

Setting
14 hospitals in Sweden, 2016-18.

Participants
2760 women with a low risk uncomplicated singleton pregnancy randomised (1: 1) by the Swedish Pregnancy Register. 1381 women were assigned to the induction group and 1379 were assigned to the expectant management group.

Interventions
Induction of labour at 41 weeks and expectant management and induction of labour at 42 weeks.

Main outcome measures
The primary outcome was a composite perinatal outcome including one or more of stillbirth, neonatal mortality, Apgar score less than 7 at five minutes, pH less than 7.00 or metabolic acidosis (pH <7.05 and base deficit >12 mmol/L) in the umbilical artery, hypoxic ischaemic encephalopathy, intracranial haemorrhage, convulsions, meconium aspiration syndrome, mechanical ventilation within 72 hours, or obstetric brachial plexus injury. Primary analysis was by intention to treat.

Results
The study was stopped early owing to a significantly higher rate of perinatal mortality in the expectant management group. The composite primary perinatal outcome did not differ between the groups: 2.4% (33/1381) in the induction group and 2.2% (31/1379) in the expectant management group (relative risk 1.06, 95% confidence interval 0.65 to 1.73; P=0.90). No perinatal deaths occurred in the induction group but six (five stillbirths and one early neonatal death) occurred in the expectant management group (P=0.03). The proportion of caesarean delivery, instrumental vaginal delivery, or any major maternal morbidity did not differ between the groups.

Conclusions
This study comparing induction of labour at 41 weeks with expectant management and induction at 42 weeks does not show any significant difference in the primary composite adverse perinatal outcome. However, a reduction of the secondary outcome perinatal mortality is observed without increasing adverse maternal outcomes. Although these results should be interpreted cautiously, induction of labour ought to be offered to women no later than at 41 weeks and could be one (of few) interventions that reduces the rate of stillbirths.

Sumário (português)  :

Texto completo (public) :

Comentários :

Argument (français) :

Bien que ces résultats doivent être interprétés avec prudence, le déclenchement de l’accouchement devrait être proposé aux femmes au plus tard à 41 semaines et pourrait constituer l’une (des rares) interventions permettant de réduire le taux de mortinatalité.

Argument (English):

Although these results should be interpreted cautiously, induction of labour ought to be offered to women no later than at 41 weeks and could be one (of few) interventions that reduces the rate of stillbirths.

Argumento (português):

Embora esses resultados devam ser interpretados com cautela, a indução do trabalho de parto deve ser oferecida às mulheres o mais tardar às 41 semanas e pode ser uma (de poucas) intervenções que reduz a taxa de natimortos.

Palavras-chaves :

➡ protocolos ; saúde do bebê ; indução ; mortalidade neonatal

Autor da esta ficha :

Bernard Bel — 21 Nov 2019

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