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Banco de dados - Alliance francophone pour l'accouchement respecté (AFAR)

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Criado em : 24 Nov 2019
Alterado em : 25 Nov 2019

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Nota bibliográfica (sem autor) :

Maternal posttraumatic stress disorder during the perinatal period and child outcomes: A systematic review. Journal of Affective Disorders

Autores :

Cook N., Ayers S., Horsch A. The Oxford Institute of Clinical Psychology Training, Isis Education Centre, Warneford Hospital, Oxford OX JX, United Kingdom. Centre for Maternal and Child Health Research, School of Health Sciences, City, University of London, Northampton Square, London ECV HB, United Kingdom. Department Woman-Mother-Child, Lausanne University Hospital, Avenue Pierre-Decker, CH- Lausanne, Switzerland.

Ano de publicação :

2018

URL(s) :

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28777972
https://doi.org/10.1016/j.jad.2017.07.045

Résumé (français)  :

CONTEXTE :
Environ 3,3% des femmes enceintes ont un trouble de stress post-traumatique (SPT) et 4% de celles-ci après l’accouchement. L’impact du SPT chez la mère pendant la période périnatale (de la conception à un an après l’accouchement) sur les résultats pour l’enfant n’a pas été systématiquement examiné.
MÉTHODE :
Une revue systématique a été réalisée pour synthétiser et évaluer de manière critique des recherches quantitatives portant sur l’association entre le SPT et les résultats chez l’enfant. Les bases de données EMBASE, BNI, Medline, PsycInfo et CINAHL ont été interrogées à l’aide de critères d’inclusion et d’exclusion spécifiques.
RÉSULTATS :
26 articles faisant état de 21 études ont été identifiés, examinant les associations entre le SPT périnatal et les issues postnatales, le développement de l’enfant et la relation mère-enfant. Les études examinées étaient hétérogènes, avec des scores de qualité méthodologique médiocres à moyens. Les résultats ont montré que le SPT postnatal chez la mère était associé à un faible poids à la naissance et à des taux d’allaitement moins élevés. Les preuves d’une association entre le SPT maternel et la naissance avant terme, la croissance fœtale, le tour de tête, les interactions mère-enfant, la relation mère-enfant ou le développement de l’enfant sont contradictoires. Les associations entre le SPT de la mère et les niveaux de cortisol salivaire du nourrisson, ainsi que les difficultés d’alimentation et de sommeil reposent sur des études uniques. Elles doivent donc être répétées.
LIMITES :
Les faiblesses méthodologiques des études comprenaient la taille insuffisante de l’échantillon, l’utilisation de mesures invalidées et une validité externe limitée.
CONCLUSION :
Les résultats suggèrent que le SPT périnatal est lié à certains résultats négatifs pour les enfants. Un dépistage précoce du SPT pendant la période périnatale peut être conseillé et une recommandation ultérieure pour un traitement efficace, le cas échéant. Des recherches futures utilisant des échantillons plus importants, des entretiens cliniques validés et fiables pour évaluer le SPT et des mesures validées pour évaluer une gamme de résultats pour les enfants sont nécessaires.

Abstract (English)  :

BACKGROUND:
Approximately 3.3% of women in pregnancy have posttraumatic stress disorder (PTSD) and 4% of women postpartum PTSD. The impact of maternal PTSD during the perinatal period (from conception until one year postpartum) on child outcomes has not been systematically examined.
METHOD:
A systematic review was conducted to synthesize and critically evaluate quantitative research investigating the association between perinatal PTSD and child outcomes. Databases EMBASE, BNI, Medline, PsycInfo and CINAHL were searched using specific inclusion and exclusion criteria.
RESULTS:
26 papers reporting 21 studies were identified that examined associations between perinatal PTSD and postpartum birth outcomes, child development, and mother-infant relationship. Studies reviewed were heterogeneous, with poor-to-medium scores of methodological quality. Results showed that maternal postpartum PTSD is associated with low birth weight and lower rates of breastfeeding. Evidence for an association between maternal PTSD and preterm birth, fetal growth, head circumference, mother-infant interaction, the mother-infant relationship or child development is contradictory. Associations between maternal PTSD and infant salivary cortisol levels, and eating/sleeping difficulties are based on single studies, so require replication.
LIMITATIONS:
Methodological weaknesses of the studies included insufficient sample size, use of invalidated measures, and limited external validity.
CONCLUSION:
Findings suggest that perinatal PTSD is linked with some negative child outcomes. Early screening for PTSD during the perinatal period may be advisable and onward referral for effective treatment, if appropriate. Future research using larger sample sizes, validated and reliable clinical interviews to assess PTSD, and validated measures to assess a range of child outcomes, is needed.

Sumário (português)  :

FUNDO:
Aproximadamente 3,3% das mulheres na gravidez têm transtorno de estresse pós-traumático (SPT) e 4% das mulheres pós-parto. O impacto do SPT materno durante o período perinatal (desde a concepção até um ano após o parto) nos resultados da criança não foi sistematicamente examinado.
MÉTODO:
Uma revisão sistemática foi realizada para sintetizar e avaliar criticamente a pesquisa quantitativa que investiga a associação entre SPT perinatal e resultados da criança. Os bancos de dados EMBASE, BNI, Medline, PsycInfo e CINAHL foram pesquisados ​​usando critérios específicos de inclusão e exclusão.
RESULTADOS:
26 artigos relatando 21 estudos foram identificados que examinaram associações entre SPT perinatal e resultados pós-parto, desenvolvimento infantil e relacionamento mãe-bebê. Os estudos revisados ​​foram heterogêneos, com escores baixos a médios de qualidade metodológica. Os resultados mostraram que o SPT pós-parto materno está associado a baixo peso ao nascer e menores taxas de amamentação. A evidência de uma associação entre SPT materno e parto prematuro, crescimento fetal, circunferência da cabeça, interação mãe-bebê, relação mãe-bebê ou desenvolvimento infantil é contraditória. As associações entre o SPT materno e os níveis de cortisol salivar infantil e as dificuldades de comer / dormir são baseadas em estudos únicos, por isso requerem replicação.
LIMITAÇÕES:
Os pontos fracos metodológicos dos estudos incluíram tamanho insuficiente da amostra, uso de medidas invalidadas e validade externa limitada.
CONCLUSÃO:
Os resultados sugerem que o SPT perinatal está associado a alguns resultados negativos na criança. A triagem precoce para SPT durante o período perinatal pode ser aconselhável e encaminhamento para tratamento eficaz, se apropriado. Pesquisas futuras usando amostras maiores, entrevistas clínicas validadas e confiáveis ​​para avaliar o SPT e medidas validadas para avaliar uma série de resultados infantis são necessárias.

Texto completo (private) :

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Comentários :

Argument (français) :

Les résultats suggèrent que le stress post-traumatique périnatal est lié à certains résultats négatifs pour les enfants. Un dépistage précoce du stress post-traumatique pendant la période périnatale peut être conseillé et une recommandation ultérieure pour un traitement efficace, le cas échéant.

Argument (English):

Findings suggest that perinatal Post-traumatic Stress is linked with some negative child outcomes. Early screening for Post-Traumatic Stress during the perinatal period may be advisable and onward referral for effective treatment, if appropriate.

Argumento (português):

Os resultados sugerem que o estresse pos-traumatico perinatal está associado a alguns resultados negativos na criança. A triagem precoce para estresse pos-traumatico durante o período perinatal pode ser aconselhável e encaminhamento para tratamento eficaz, se apropriado.

Palavras-chaves :

➡ saúde pública ; violência ginecológica e obstétrica violência obstétrica ; estresse pós-traumático

Autor da esta ficha :

ELISE MARCENDE — 24 Nov 2019
➡ última atualização : ELISE MARCENDE — 25 Nov 2019

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